Houve um avanço, mas nada definitivo no caso OAS

mai-22nd-2013

A receita ideal para a conquista do campeonato brasileiro é manter a média de dois pontos por rodada. Como é impossível num jogo se conquistar dois pontos, é melhor pensar da seguinte maneira: se ganhar, pode empatar.

Se perder uma partida, é preciso ganhar duas na sequência. Se, por exemplo, o raciocínio for para cinco jogos, deve ganhar três, empatar um e é permitido perder o quinto.

Ou seja, neste último exemplo, o time somaria dez pontos em cinco jogos, o que significa obter uma média de 2 pontos por partida. Simples como andar para frente, me garantiu o professor Tristão Garcia.

Aliás, também, não é nada complicado opinar sobre o anunciado acordo gremista com a OAS. A construtora recuou e aceitou algumas ponderações estabelecias por Koff e negociadas pelo seu interlocutor, Remi Acordi.

Mas ainda faltam muitos detalhes para o acerto final, diferentemente do que está sendo anunciado por parte da grande mídia. Certamente, porque há empresários (investidores) que detêm o monopólio da comunicação com interesses corporativos que não atendem aos interesses do Grêmio.

Menos mal que a OAS começou a reconhecer que o contrato era péssimo para o seu parceiro, inviável. Ninguém volta atrás ou renegocia algo, se há equilíbrio nas negociações. Se o contrato fosse justo como diziam, não seria necessária a sua reavaliação.

Nós somente voltamos atrás de algo que está assinado, se notarmos que impusemos uma onerosidade excessiva a outra parte. Ou estou exagerando? Sem o Grêmio, o empreendimento não decola.

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